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Tipos de planos de carreira de TI e como estruturar

Athena Bastos

Athena Bastos


Atualmente, reter talentos de alta performance e manter equipes engajadas são grandes desafios para o RH Tech. Esse cenário é agravado pelas competências exigidas sobre a Inteligência Artificial, o que faz com que as pessoas esperem das empresas mais do que remuneração: elas buscam curadoria de carreira e relevância técnica.

Repensar essa jornada é uma das principais tendências apontadas pela AIHR (Academy to Innovate HR). Segundo o relatório, 62% das organizações planejam expandir treinamentos habilitados por IA, enquanto 90% relatam lacunas de capacidade em liderança — isso pressiona as pessoas a priorizarem velocidade de capacitação em vez da simples conclusão de cursos.

Por essa razão, o plano de carreira tornou-se um ativo de retenção no setor tech, ao promover o engajamento por meio do desenvolvimento contínuo. Continue esta leitura para saber mais sobre os novos modelos de progressão e como alinhar as expectativas individuais aos desafios de um mercado orientado por IA.

plano de carreira

O que é plano de carreira?

O plano de carreira é uma estratégia corporativa que desenha qual será o desenvolvimento profissional de um colaborador ou colaboradora ao longo de sua jornada na empresa.

Para isso, é importante contar com um plano de cargos e salários, que contemple tanto as funções de cada atuação quanto os requisitos necessários para avançar na carreira.

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Em conjunto com o Plano de Desenvolvimento Individual (PDI), um guia de carreira contribui para estimular uma cultura de aprendizado nas organizações e o desenvolvimento de Soft Skills e Hard Skills. Afinal, embora cada pessoa seja protagonista de seu aprendizado, as empresas podem contribuir como guia nesse processo.

Plano de carreira em TI

Para o setor de tecnologia da informação, o plano de carreira é também um fator de atração de talentos. Ao mesmo tempo que promove o desenvolvimento interno, também mostra às pessoas que a empresa se preocupa com essa jornada.

Ou seja, a criação dos planos de carreira mostra para profissionais que, mais do que somente ganhar um salário, as pessoas vão adquirir mais experiência e serão reconhecidas por seus feitos.

Quando falamos de Employer Branding, ressaltamos que as pessoas colaboradoras estão em busca de uma nova experiência de trabalho, mais significativa e que se encaixe em seus propósitos e vidas pessoais.

Leia também: Work-life balance — como promover equilíbrio real entre vida pessoal e trabalho

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Plano de carreira: exemplos

Como exemplo de plano de carreira profissional, listamos abaixo alguns dos cargos mais comuns na área de TI. Vale destacar que o setor vive um momento de expansão acelerada de perfis: além das trajetórias consolidadas, novos cargos ligados à IA surgem e ganham relevância a cada ano:

  • 1. Pessoa desenvolvedora de software: júnior, pleno, sênior, arquiteta de software e gerente de engenharia de software (tech lead).
  • 2. Pessoa engenheira de dados: júnior, pleno, sênior, arquiteta de dados e gerente de engenharia de dados.
  • 3. Pessoa cientista de dados: júnior, pleno, sênior, arquiteta de ciência de dados e gerente de ciência de dados.
  • 4. Pessoa DevOps: júnior, pleno, sênior, arquiteta de DevOps e gerente de DevOps.
  • 5. Pessoa especialista em segurança da informação: júnior, pleno, sênior, arquiteta de segurança da informação e gerente de segurança da informação.
  • 6. Pessoa especialista em IA e Machine Learning: júnior, pleno, sênior, arquiteta de soluções de IA e gestora de inovação tecnológica.
  • 7. Pessoa analista e cientista de dados com foco em IA: perfil híbrido que combina análise de dados com capacidade de trabalhar com modelos de linguagem e automação inteligente.
  • 8. Pessoa engenheira de prompts e IA aplicada: especialista em extrair o máximo de modelos de linguagem e ferramentas de IA, atuando na interface entre tecnologia e estratégia de negócios.

Para além das trajetórias de liderança executiva, como as de CIO, CAIO e CTO — fundamentadas em estruturas hierárquicas verticais — o setor de tecnologia oferece modelos de progressão alternativos.

Essas opções podem ser mais adequadas para empresas que buscam um ambiente de trabalho mais horizontal e colaborativo. Veja alguns exemplos a seguir:

  • Plano de carreira baseado em competências: concentra-se nas habilidades e competências que as pessoas colaboradoras possuem, em vez de seus títulos ou cargos. Cada membro da equipe pode progredir em sua carreira adquirindo novas habilidades e se tornando mais proficiente em sua área de atuação.
  • Plano de carreira baseado em projetos: prioriza os projetos nos quais os colaboradores e colaboradoras trabalham. As pessoas podem progredir em suas carreiras assumindo atividades mais complexas e desafiadoras.
  • Plano de carreira baseado em aprendizagem contínua: foca no compromisso das pessoas colaboradoras com o aprendizado contínuo, incluindo a capacitação em IA, que se tornou um eixo central de desenvolvimento em todos os níveis de senioridade.
  • Plano de carreira baseado em inovação: concentra-se na capacidade dos colaboradores e colaboradoras de inovar e criar soluções disruptivas, com destaque para quem desenvolve produtos, serviços ou processos orientados por IA.

Leia também: Como melhorar a produtividade do seu time com o uso de IA?

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Como funciona o plano de carreira?

Atualmente, o desenvolvimento não segue mais uma linha rígida e única; a mobilidade e o recrutamento interno tornaram-se ferramentas essenciais para fidelizar talentos de alta performance, permitindo que profissionais migrem entre áreas conforme suas aspirações evoluem.

Em um mercado em que a escassez de especialistas com qualificação é apontada como um dos maiores obstáculos para o crescimento tecnológico, prever essa fluidez é uma questão de sobrevivência institucional.

A progressão de carreira na atualidade está diretamente atrelada à capacidade de cada profissional de alavancar resultados por meio da tecnologia. Segundo a pesquisa “Dev Barometer Q4 2025”, 63% das lideranças e pessoas desenvolvedoras já relatam entregas de projetos mais aceleradas devido ao uso de ferramentas de IA. Dessa forma, a estrutura de cargos deve refletir essa nova realidade de valor:

  • Foco em soluções: profissionais seniores dedicam cada vez menos tempo à codificação manual e mais ao design de soluções e arquitetura.
  • Fortalecimento técnico: o plano de carreira deve recompensar o domínio de ferramentas inteligentes, visto que, segundo a pesquisa, 74% das pessoas profissionais afirmam que o uso de IA fortaleceu suas competências e perícia técnica.
  • Equilíbrio e retenção: a automação de processos tem permitido que colaboradores e colaboradoras alcancem um melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional (work-life balance), o que torna o plano de carreira um ativo de bem-estar e fidelização.

Leia também: A importância do bem-estar corporativo nas organizações

Como fazer um plano de carreira?

Durante a elaboração de novos planos de carreira, a empresa deve determinar questões como:

No caso, por exemplo, de profissionais que desejam migrar para a carreira de dev, a empresa pode prever e promover capacitações nas linguagens de programação mais usadas pelo time, entre outros assuntos, como IA agêntica.

Em seguida, as lideranças devem dialogar com seus times para manter a transparência e garantir que esses itens se conectem aos planos de desenvolvimento individual.

Leia também: Como construir uma cultura de IA para impulsionar resultados?

Qual o principal objetivo do plano de carreira?

O principal objetivo do plano de carreira é orientar as pessoas sobre os caminhos de crescimento; mas, sob a ótica do DHO (Desenvolvimento Humano e Organizacional), ele funciona como o alicerce para a gestão de carreira e sucessão.

Em um mercado em que o capital humano domina o orçamento de TI, o sucesso organizacional depende da capacidade de transformar a base atual em uma força de trabalho resiliente e preparada para as constantes mudanças tecnológicas.

No entanto, ele também é uma importante ferramenta de engajamento no trabalho, sobretudo diante das transformações enfrentadas na atualidade.

Assim, o plano de carreira atua diretamente na redução de riscos, garantindo que a empresa não perca tração por falta de lideranças preparadas. Dessa forma, ele contribui para:

  • Reter talentos na empresa, oferecendo uma jornada clara de valor em um setor com alta rotatividade.
  • Fornecer uma estrutura para o crescimento, ao preparar talentos internos para assumir funções críticas e reduzir a dependência de contratações externas de nível sênior.
  • Ajudar a identificar habilidades necessárias para atingir objetivos de carreira, validando o novo patamar de perícia técnica exigido pelo mercado.
  • Permitir que profissionais se mantenham relevantes, acompanhando as últimas tendências e as novas realidades de produtividade assistida.
  • Aumentar as chances de progressão ao recompensar o domínio de ferramentas que aceleram a entrega de projetos.
  • Ajudar a manter as equipes motivadas, promovendo um melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional ao automatizar tarefas rotineiras.

Leia também: Autonomia no trabalho — como ajudar seu time a ser mais independente?

Tipos de planos de carreira

A mudança de experiência na jornada profissional também se reflete na elaboração de novos tipos de plano de carreira, para aumentar o interesse e o engajamento de colaboradores e colaboradoras.

O modelo de plano de carreira tradicional, em linha, dá lugar a opções que consideram novas formas de atuação e aprendizado, inclusive reforçando a migração de área. Em conversa, o time de Recursos Humanos da Alun resumiu bem esse movimento:

"O plano de carreira em escada era algo que fazia sentido na organização do mercado de antigamente, onde as mudanças demoravam para acontecer e as pessoas eram vistas como recursos, de forma mais mecânica, com um trabalho específico para ser feito, sem margem para criatividade ou inovação. Hoje em dia, as mudanças acontecem muito rápido e algo que faz sentido hoje pode não ter relevância nenhuma no próximo ano.

Por isso, o desenvolvimento constante é extremamente valioso para se manter relevante nas novas oportunidades que vão surgindo. Mais importante do que quanto você sabe hoje, é o seu potencial para aprender coisas novas. Olhando para o mundo tech, não tem como uma pessoa saber todas as linguagens, mas se ela precisar trabalhar com uma específica, ela consegue aprender rápido? Então ela será uma ótima profissional!"

Essa perspectiva dialoga diretamente com o que o mercado tech tem exigido: profissionais com formação em T, capazes de transitar entre disciplinas e de aprender continuamente — o que torna os planos de carreira mais fluidos, multidisciplinares e menos limitados à progressão vertical.

Veja, a seguir, os tipos mais comuns de plano de desenvolvimento profissional:

1. Plano de carreira horizontal

O plano de carreira horizontal é comum em empresas que não possuem hierarquia de funções. Mas, apesar de não trabalhar com o crescimento vertical, isso não significa a falta de reconhecimento profissional de colaboradores e colaboradoras.

Em empresas que possuem plano de carreira horizontal, o reconhecimento contínuo, por exemplo, pode ser realizado por meio de mudanças salariais e adição de benefícios, conforme o desempenho da pessoa.

2. Plano de carreira em linha

O plano de carreira em linha, bastante comum em instituições militares, por exemplo, possui cargos hierárquicos mais fechados e estruturados. Normalmente, o avanço nessa jornada se dá pelo tempo de exercício da função, embora possa haver outros critérios.

3. Plano de carreira paralela

Em empresas com plano de carreira paralela, os cargos de liderança, por exemplo, não são necessariamente um avanço em hierarquia que parte de outra função. Pelo contrário, possuem uma carreira paralela já direcionada à gestão, o que é bastante comum quando se atua com trainees.

Leia também: Programa de trainee — o que é e como a iniciativa da Alura + FIAP Para Empresas funciona

4. Plano de carreira em Y

O plano de carreira em Y na tecnologia apresenta uma bifurcação a partir da aquisição de senioridade. Assim, em vez de colocar cargos de gestão como o fim de cada carreira, ele possibilita que as pessoas sigam também o caminho de especialistas em sua área.

O ponto positivo do plano de carreira em Y, e a razão pela qual vem conquistando empresas do setor tech, é que ele motiva o desenvolvimento de pessoas que, muitas vezes, não possuem características ou desejo de seguir com a gestão de times de TI, ou outros setores. Portanto, permite o crescimento independentemente do perfil da pessoa.

Leia também: Por que o(a) profissional T-Shaped é o futuro da sua organização

5. Plano de carreira em W

As empresas buscam cada vez mais por profissionais multidisciplinares. Mas há uma forma de reconhecer também tais pessoas sem que elas tenham que seguir sua carreira no formato em linha ou em Y.

O plano de carreira em W acrescenta um novo caminho. Além da liderança e da especialidade, na carreira em Y a pessoa também pode seguir o caminho da gestão de projetos — ou seja, poderá atuar como uma consultora técnica.

6. Plano de carreira em rede

O plano de carreira em rede, por fim, abre ainda mais o leque. Neste caso, há uma gama de funções que a pessoa pode escolher seguir, para além dos 3 caminhos do plano de carreira em W.

Sua estrutura prioriza a mobilidade interna baseada em competências; isso permite que cada profissional transite entre diferentes áreas e projetos conforme as demandas da organização e suas competências pessoais.

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Qual é o cenário do setor de TI atualmente no Brasil?

O cenário tecnológico brasileiro atualmente é marcado por um forte contraste: embora o país lidere o otimismo global de contratações, a execução esbarra em um déficit estrutural de talentos.

De acordo com o “Dev Barometer Q4 2025”, quase 80% das empresas enfrentam dificuldades para contratar ou reter profissionais de TI, sendo que a escassez de perfis seniores é apontada como a barreira mais crítica para o amadurecimento das organizações.

Este gap é acentuado pela integração da Inteligência Artificial. Segundo o relatório “CTO Insights 2025”, a falta de profissionais com qualificação é o maior obstáculo para o avanço da IA nas empresas.

Para lidar com isso, as organizações estão repensando suas estratégias. O cenário é de um investimento massivo em reskilling e fidelização de pessoas colaboradoras para transformar a base atual em uma força de trabalho nativa em IA.

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Qual o papel da IA em um plano de carreira em TI?

A capacitação em IA deixou de ser um diferencial para se tornar o ponto central da alfabetização tecnológica. Para sustentar o crescimento organizacional, as empresas integram a Inteligência Artificial como uma habilidade exigida em todos os níveis de senioridade.

Mais do que dominar ferramentas, a IA está redefinindo o próprio papel dos desenvolvedores e desenvolvedoras: 74% das pessoas devs preveem que passarão menos tempo escrevendo código e mais tempo desenhando soluções e arquiteturas, de acordo com o “Dev Barometer Q4 2025”.

Nesse contexto, a integração da IA ao plano de carreira ocorre por meio do desenvolvimento de competências híbridas:

  • I. Foco em estratégia e arquitetura: a progressão agora valoriza a capacidade de orquestrar sistemas, visto que a IA já é capaz de lidar com tarefas de menor complexidade.
  • II. Velocidade e eficiência: a senioridade é medida pela capacidade de alavancar resultados e não somente pelo tempo de experiência de trabalho.
  • III. Alfabetização de dados: a capacidade de operar com Modelos de Linguagem (LLMs) e processamento inteligente de dados tornou-se uma competência mandatória para o desenvolvimento profissional.

Leia também: Letramento em IA — o que é e por que sua empresa precisa desenvolver essa competência?

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Como criar um plano de carreira de TI?

Agora que você já sabe para que serve o plano de carreira, chegou o momento de saber como elaborar um, além de entender como ele depende de fatores como as metas da empresa e a própria cultura organizacional.

Mas, atenção: é preciso escolher um plano promissor que possa ser colocado em prática. Muitas empresas tradicionais apostam em modelos que parecem mais modernos (em Y ou em W), mas não conseguem implementar devido à sua cultura de hierarquia rígida.

Essa desconexão entre a experiência prometida e a entregue acaba frustrando os talentos, impactando as taxas de turnover e prejudicando o Employer Branding da marca — um risco alto em um mercado no qual a dificuldade de contratar e reter profissionais seniores é um desafio constante para as lideranças.

Passo a passo para uma estruturação eficiente

Para elaborar um plano de carreira de forma técnica e orientada a dados, é preciso seguir algumas etapas fundamentais:

  • 1. Avaliar as metas e a cultura: alinhar o plano aos objetivos de longo prazo do negócio e à nova realidade de eficiência assistida por IA.
  • 2. Mapear o quadro: fazer um levantamento de cargos, funções e a quantidade de profissionais por área.
  • 3. Identificar competências: definir as Soft Skills e Hard Skills necessárias para cada nível hierárquico, incluindo o letramento em IA, que fortalece a perícia técnica de especialistas.
  • 4. Criar a estrutura de progressão: desenhar caminhos verticais e horizontais de crescimento que priorizem o design de soluções e a arquitetura estratégica.
  • 5. Implementar avaliações transparentes: estabelecer processos de avaliação de desempenho claros, justos e personalizados para cada pessoa da equipe.
  • 6. Fomentar o reconhecimento: criar uma cultura de recompensa baseada em performance e mérito, reconhecendo a aceleração de entregas e a inovação trazida por novas tecnologias.
  • 7. Utilizar o PDI: implementar o PDI para o acompanhamento do plano de carreira de cada pessoa colaboradora.
  • 8. Manter a atualização: revisar o plano conforme as mudanças constantes do mercado tech, como o surgimento de funções voltadas ao processamento inteligente de dados e automação cognitiva.
  • 9. Oferecer capacitação estruturada: disponibilizar trilhas de treinamento que guiem as pessoas desde os fundamentos até a atuação profissional avançada em IA, Dados e Negócios.
  • 10. Cultura de feedback: manter canais abertos para alinhar expectativas entre os objetivos da organização e as aspirações das pessoas colaboradoras, garantindo a longevidade do plano de carreira.

Essa mudança de paradigma, que prioriza o impacto real sobre o cargo formal, é reforçada pelo time de RH da Alun:

"Mais importante do que o cargo que você tem é poder falar de tudo o que você já fez ou construiu. As habilidades e o impacto que as pessoas conseguem ter onde trabalham são muito mais relevantes do que o cargo que possuem."

Ou seja, apostar no crescimento é oferecer uma experiência de valor. Quando a empresa reconhece e estimula o desenvolvimento, ela fideliza seus times e cresce com eles.

Lembre-se de que, na hora de montar um plano de carreira profissional, é importante considerar quatro etapas: conhecer os objetivos pessoais e traçar metas; pesquisar as qualificações necessárias; tomar uma decisão embasada; e agir.

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Athena Bastos
Athena Bastos

Coordenadora de Comunicação da Alura + FIAP Para Empresas. Bacharela e Mestra em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Pós-graduanda em Digital Data Marketing pela FIAP. Escreve para blogs desde 2008 e atua com marketing digital desde 2018.